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ANO NOVO, PREÇOS NOVOS

Como sempre acontece, a mudança de ano dita aumentos de preços em grande parte de bens e serviços.

Começamos pelos combustíveis, cujos aumentos se ressentem da subida de impostos. Em causa estão a taxa de carbono e a incorporação dos biocombustíveis. Atestar o depósito de um veículo, já se sente, fica bem mais caro.

A compra de carro neste novo ano também vai ficar mais dispendioso, essencialmente por conta do agravamento do imposto sobre veículos. Mas este aumento só se concretizará quando o Orçamento do Estado para o próximo ano entrar em vigor. Em alguns casos o imposto sobre veículos (ISV) deverá subir 9%.

Ter carro comporta, ainda, o pagamento do IUC (Imposto Único de Circulação) que será atualizado à taxa de 0,3%.

Os preços da luz, no mercado regulado, vão descer em janeiro 0,4%, conforme foi decidido pela ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos), que contabilizou em 18 cêntimos a redução numa fatura média mensal de 43,9 euros. A ERSE define as tarifas para os utilizadores que ainda não estão no mercado liberalizado – cerca de 1 milhão. Para os restantes 5 milhões as alterações dos preços dependem do comercializador. A EDP Comercial, por exemplo, vai reduzir os preços em 0,4% em média.

Nas telecomunicações a Meo e a Nos admitem atualizar o tarifário de alguns serviços, enquanto a Nowo e a Vodafone Portugal não têm previstas mexidas nos preçários, pelo menos, de forma generalizada.

O pão em Portugal já está a preços demasiados altos, mas ainda são previstas ligeiras correções, segundo a Associação da Indústria de Panificação para fazer face ao aumento do salário.

As rendas habitacionais aumentam mais 0,51€ por cada 100 euros de renda. As rendas terão um aumento pouco significativo de 0,51%, fruto da inflação baixa que o país tem vindo a registar.

É esperado ainda que a carne de porco sofra aumentos ao longo do próximo ano, devido às importações para a China e à peste suína africana na Ásia que está a provocar uma forte pressão sobre os preços.

Porém nem todo são más notícias, pois o salário mínimo em Portugal passa para os 635 euros e são anunciadas o fim das taxas moderadoras das consultas nos centros de saúde.

Fonte: O Mundo Português