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“PODEM TER CONFIANÇA NOS PROFISSIONAIS DO CHTS”

“Numa prova de grande resistência, como foi esta do combate ao Covid-19, nós conseguimos estar à altura das necessidades, fomos capazes de dar resposta e julgamos que a população pode sentir-se confiante”, destaca Carlos Alberto Silva, presidente conselho administração CHTS, relativamente ao desempenho do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa.

Neste podcast avaliamos com Carlos Alberto Silva as semanas agitadas no exigente combate ao temível vírus Covid-19. No Hospital Pe. Américo, em Penafiel, e no Hospital de S. Gonçalo, em Amarante, ambas as unidades do Centro Hospitalar, não se pouparam esforços no socorro e prestação dos cuidados saúde indispensáveis aos doentes infetados com o coronavírus.

“Foi uma experiência nova e inesperada. Tivemos que reinventar processos, formas de trabalho, reinventar respostas a anseios, receios das populações e profissionais perante um inimigo invisível”, comenta o presidente do Conselho de Administração do CHTS, realçando que “foi um período muito difícil, de trabalho muito intenso e muito focado no combate ao Covid-19”.

Foram semanas muito longas, complicadas, que exigiram muito de todos os profissionais de saúde, adaptação de novos espaços e procedimentos, superação humana, e reinvenção de práticas nos cuidados de saúde e na compensação dos afetos.

“Só quem passa pelas situações é que pode sentir de facto a intensidade destes momentos. São momentos que seguramente vão ficar gravados na memória dessas pessoas”, afirma.

Passado, aparentemente, os dias e semanas de maior aperto fica o consolo de que o Centro Hospitalar foi capaz de garantir “uma boa capacidade de resposta”.

Agora, ultrapassado e estado de emergência, é tempo de retomar, com as devidas medidas preventivas, a atividade normal dos hospitais, os atos médicos não urgentes, as consultas externas, que no pico do combate ao coronavírus ficaram suspensos.

O objetivo, assume Carlos Alberto Silva, é cumprir o desígnio do Governo e conseguir chegar ao fim do ano de 2020 sem ter doentes com mais de 9 meses à espera de consulta para cirurgia.

"PODEM TER CONFIANÇA NOS PROFISSIONAIS DO CHTS"

Neste podcast avaliamos com Carlos Alberto Silva, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, as semanas agitadas no exigente combate ao temível vírus Covid-19. No Hospital Pe. Américo, em Penafiel, e no Hospital de S. Gonçalo, em Amarante, ambas as unidades do Centro Hospitalar, não se pouparam esforços no socorro e prestação dos cuidados saúde indispensáveis aos doentes infetados com o coronavírus.Foram semanas muito longas, complicadas, que exigiram muito de todos os profissionais de saúde, adaptação de novos espaços e procedimentos, superação humana, e reinvenção de práticas nos cuidados de saúde e na compensação dos afetos.Carlos Alberto Silva, reconhecendo o sacrifício e abnegação de todos os profissionais, revela como foram vividas por dentro as últimas semanas nas unidades saúde do Centro Hospitalar. A baixa, porventura por receio, nos atendimentos gerais dos serviços de urgência, o acompanhamento médico à distância online por vídeo, mantendo a proximidade para maior tranquilidade dos utentes, o recurso a videochamadas no internamento das enfermarias para compensar a ausência de visitas, as inúmeras demonstrações de solidariedade e reconhecimento demonstradas pela população.#CHTS #hospitalpadreamérico #penafiel #amarante #centrohospitalar #tâmegaesousa #saúde #pandemia #carlosalberto #entrevista #penafielmagazine #cuidadossaúde #superação #urgência

Publicado por Penafiel Magazine em Quinta-feira, 7 de maio de 2020

“Agora vamos também, nesta nova fase, tentar recuperar o mais rapidamente possível aquelas situações que ficaram em suspenso”, assegura, ressalvando que “nas consultas externas os casos urgentes foram sempre acautelados”.

Carlos Alberto Silva, reconhecendo o sacrifício e abnegação de todos os profissionais, revela como foram vividas por dentro as últimas semanas nas unidades saúde do Centro Hospitalar. A baixa, porventura por receio, nos atendimentos gerais dos serviços de urgência, o acompanhamento médico à distância online por vídeo, mantendo a proximidade para maior tranquilidade dos utentes, o recurso a videochamadas no internamento das enfermarias para compensar a ausência de visitas, as inúmeras demonstrações de solidariedade e reconhecimento demonstradas pela população.

“O CHTS já é um dos hospitais, às vezes injustamente compreendido, cuja perceção das pessoas é muito boa”, considera, valorizando a “capacidade de resposta enorme pelo desempenho dos profissionais, que é realmente muito grande”.

Sobre o futuro está seguro que “isto vai mudar muito a nossa rotina de trabalho e em sociedade”.

Mesmo assim, contrariando alguns dos sentimentos dominantes nas últimas semanas, Calos Alberto constata: “A natureza humana não me deixa suficientemente confortado sobre o que vai ser o futuro e, portanto, temo que muito rapidamente todo este movimento solidário, de reconhecimento e generosidade, se inverta e venham ao de cima um conjunto grande de egoísmos”.

Para o presidente do Conselho Administração CHTS uma eventual segunda vaga desta pandemia “já nos vai apanhar mais bem preparados”.

Fica, contudo, a demonstração da capacidade do Serviço Nacional de Saúde. “Há muito que digo que o SNS é das conquistas mais extraordinárias de que todos nos devíamos orgulhar”, conclui.