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RETOMA ATIVIDADE PERMITE REDUÇÃO LISTAS DE ESPERA NO CENTRO HOSPITALAR

Após o período de maior incidência da pandemia COVID-19, onde todos os hospitais suspenderam parte significativa da sua atividade normal nos casos não urgentes, o Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) iniciou, logo em maio, o processo de retoma da atividade assistencial que, a um ritmo cada vez mais intenso, vai possibilitar atingir os objetivos definidos para o ano de 2020.
Apesar das quebras verificadas durante a pandemia, as últimas semanas têm já apresentado resultados muito próximos dos obtidos nos meses anteriores à pandemia, pelo que, no CHTS, se mantém a previsão de que em julho as listas vão estar ao nível de dezembro de 2019, ou seja, 12 meses como máximo de tempo de espera. Em setembro vão estar reduzidas para o máximo de 11 meses, em novembro, 10 meses, e em dezembro, o máximo definido será de 9 meses.
No final de 2019, foi possível, com grande esforço de todos os profissionais, conseguir listas, para consulta e cirurgia, sem doentes com espera superior a 12 meses, indo de encontro aos objetivos da tutela, o que em algumas especialidades, nomeadamente Pneumologia, Cardiologia e Urologia, foi particularmente difícil devido à escassez de recursos humanos.
Para 2020, ainda antes da pandemia COVID-19, a tutela definiu objetivos ainda mais ambiciosos que passavam por garantir, a 31 de dezembro, listas de espera a não ultrapassar os 12 meses para cirurgia e os 9 meses para consulta.
Sobre estes objetivos, Carlos Alberto, presidente do conselho de administração, diz que “no CHTS quisemos ser ainda mais ousados do que a tutela e definimos como meta para dezembro de 2020, listas que não ultrapassem os 9 meses, quer para consulta, quer para cirurgia”.
Assim, mesmo com os efeitos decorrentes da pandemia COVID-19, o CHTS prevê que, no final de 2020, as listas de espera vão apresentar melhores resultados em comparação com os do ano anterior e melhores resultados do que os objetivos definidos pela tutela.

“A população do Tâmega e Sousa, que esteve tão ativa em imensos e diversificados gestos de solidariedade com o CHTS e os seus profissionais, merece mais este esforço e abnegação para lhes garantir melhor acesso na assistência à saúde”, salienta Carlos Alberto.