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PROXIMIDADE COM ESPECIALISTAS E DOENTES JUSTIFICAM PREFERÊNCIA DE NOVAS MÉDICAS PELO CHTS

Maria João Brandão, aluna da Universidade da Beira Interior, é natural de Gondomar e aponta “as boas referências dadas pelos colegas” sobre a instituição como uma das razões para fazer o internato de Formação Geral no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS).

“Senti que vinha para um local familiar e que, aqui, terei mais oportunidades de contacto com os doentes que nos hospitais centrais”, conclui.

Sónia Pereira, natural de Marco de Canaveses, é interna de Formação Específica de Psiquiatria. Aluna da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, fez o Internato de Formação Geral no CHTS e foi essa experiência positiva que a fez escolher também o centro hospitalar para a sua Formação Específica.

“Tivemos um ano atípico”, confessa, “mas, neste hospital, senti que houve um grande esforço para assegurar a formação e isso foi conseguido, fiz todos os estágios que era suposto fazer”.

Senti que vinha para um local familiar e que, aqui, terei mais oportunidades de contacto com os doentes que nos hospitais centrais

“Pesou muito o ambiente familiar e a real proximidade com os especialistas mais velhos. Para mim, este é um dos melhores hospitais do Norte para o internato de Psiquiatria”, justifica.

O Internato Médico é composto pela Formação Geral, primeiro ano do Internato caracterizado por um período de formação geral onde o médico tem oportunidade de contactar com vários serviços, seguindo-se a Formação Específica, um período de especialização que poderá durar entre quatro e seis anos.

Atualmente, o CHTS tem mais de 100 internos em Formação Específica, o que revela o merecido reconhecimento da qualidade clínica e formativa do centro hospitalar.